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Balanço final das Olimpíadas de Pequim 2008

Com o fim dos jogos olímpicos de Pequim, a exemplo de repartições públicas em fim de ano, é chegada a hora dos balanços. Embora o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Roger, tenha se recusado a declarar, essa foi, sem sombra de dúvidas, a maior Olimpíada de todos os tempos, e, dificilmente, será superada nas edições mais próximas. A maior e melhor, por toda a grandiosidade nas estruturas esportivas, pela importância estratégica do país-sede, pela quantidade de recordes quebrados e pela consolidação de diversas categorias. Se inicialmente os críticos consideraram exagero e oneroso os quase 50 bilhões de dólares investidos, agora, ficarão perplexos diante da cifra de 146 bilhões de faturamento, com direitos de transmissões, cotas de patrocínios e utilização da marca.

E o investimento da China não se restringiu à pomposidade de estádios e ginásios, como os excepcionais: Ninho do Pássaro e o Cubo D água, também foi empregado todo o potencial do país na produção de superatletas. O dinheiro advindo do ótimo momento financeiro atravessado pela terra dos superlativos aliado à obediência, disciplina e paciência, ensinamentos históricos pregados por Confúcio, principal pensador chinês, formaram um verdadeiro esquadrão, capaz de superar a hegemonia olímpica dos Estados Unidos. As metas de alcançar 50 medalhas de ouro e tomar o posto dos EUA de maior potência olímpica foram alcançadas. Com um desempenho irretocável em modalidades especificas, a China garantiu o sucesso de sua participação. Foram inúmeras conquistas no badminton, na ginástica, no levantamento de peso, no tiro esportivo, no tênis de mesa, nos saltos ornamentais, além de medalhas em outras categorias, das quais, até pouco tempo atrás, o país não apresentava a menor tradição, como natação, atletismo e vôlei de praia. Mas, cabe um questionamento: Será que vale a pena investir pesado em uma lista de esportes teoricamente desconhecidos para, puro e simplesmente, ver o nome do país encabeçar um quadro de medalhas e, acima de tudo, aparecer à frente do principal concorrente (e aliado) capitalista? E mais: Esse é o espírito de superação olímpica e de investimento a longo prazo em jovens, que queiram realizar sonhos por meio do esporte, e não apenas se tornarem meras máquinas de medalhas?

Os discursos nacionalistas, de afirmação e de soberania de um povo, e da inserção de um país no mundo contemporâneo deram o tom desses jogos. A China abriu as portas para o planeta e revelou uma nação jovem, com pensamentos que vão contra ao comunismo ainda praticado naquela localidade; se mostrou um seleiro da modernidade, um paraíso high tech, que respeita sua cultura milenar; e desvelou a importância da terra que um dia infringiu todos os direitos humanos na cidade proibida para o prosseguimento tranqüilo do chamado mundo capitalista. Se nem todos os conflitos armados foram paralisados durante a realização dos jogos, Beijing 2008 ao menos buscou ser um hiato perante a situação delicada que a paz mundial enfrenta atualmente.

Heróis Olímpicos

Esses foram os jogos cujo lema foi “Um mundo, um sonho”. Em um verdadeiro teatro da vida real, tivemos a oportunidade de acompanhar um mundo de sonhos, repleto de heróis e de exércitos do bem. Logo em seu inicio, conhecemos um ser humano com superpoderes aquáticos, que fez do Cubo D água seu habitat natural: Michel Phelps. Nessas circunstâncias, é impossível fugir das redundâncias e do óbvio, mas o nadador norte-americano sagrou-se como o maior atleta olímpico de todos os tempos. Foram nada mais nada menos que oito medalhas de ouro conquistadas (100m e 200m borboleta, 200m e 400m medley e revezamentos 4×100m medley e 4×200m livre), batendo, assim, o seu compatriota, Mark Spitz, que, em Munique 1972, conquistou incríveis sete medalhas de ouro. Michel ainda se consagrou como o maior portentor de títulos olímpicos da história, somando as suas oito conquistas em Pequim com as seis de Atenas 2004.

O Ninho do Pássaro foi palco para mais dois atletas que colocaram em cheque os limites dos seres humanos. Dois nomes, dois mitos: Usain Bolt e Yelena Isinbayeva. O primeiro se mostrou ao mundo como o homem mais veloz já existente. Nos 100m, nos 200m e no revezamento 4×100, Usain quebrou recordes, faturou ouros e, o mais incrível, fez tudo isso com uma naturalidade espantosa. O segundo nome é de uma deusa do ar, se assim podemos defini-la. Quando ela iniciava seu espetáculo com a vara, os jogos paravam. Com um carisma incomum aos grandes vencedores, Isinbayeva, além de faturar o ouro no salto com vara, nos presenteou com a 24º tentativa de superação do recorde mundial. Dependia apenas dela para que a barreira dos 5m05cm fosse vencida. Ela não decepcionou, com a participação dos mais de 90 mil chineses presentes no estádio, ela o fez. Yelena voou.

Entre os exércitos que causaram calafrios nos adversários, tivemos os incríveis dream teams norte-americanos do basquete feminino e masculino; as quase perfeitas meninas do Brasil no vôlei feminino, conquistando o titulo perdendo apenas um set; as perfeitas Walsh e May, campeãs inquestionáveis das areias chinesas, sem dar nenhuma chance às oponentes; as impecáveis ginastas Nastia Liukin e Shawn Johnson; o sangue quente de Rafael Nadal; o intocável ginasta Yang Wei; o deslumbrante time de velocistas britânicos no ciclismo; os hermanos argentinos do futebol; e tantos outros que fizeram as bandeiras de suas respectivas nações tremularem nos pontos mais altos de Pequim.

Participação Brasileira

Para definir a desempenho brasileiro nessas Olimpíadas, não é necessário gastar muito o vocabulário, diria apenas que foi frustrante. Segundo minhas contas, com o quadro de medalhas consolidado, se o Brasil tivesse feito, pelo menos, o mínimo que se esperava dele, teria terminado os jogos na nona posição, contabilizando nove medalhas de ouro (somada as três que a delegação conquistou, mais as de João de Derly e Tiago Camilo no judô, as das duas seleções de futebol, as de Marcio e Fabio Luiz no vôlei de praia e a de Diego Hypolito).

A saga brasileira

Alegrias e surpresas – Falar dos três ouros do Brasil é chover no molhado, mas, não custa nada exaltar o sensacional Cesar Cielo, a fantástica Maurren Maggi e as espetaculares meninas do vôlei de quadra feminino. Confesso que fiquei surpreso com as vitórias de Maggin e Cielo, pois os apontavam como aspirantes a medalhas secundarias. No caso de Maurren, a surpresa foi ainda maior, porque ela pleiteava o bronze, já que em sua categoria estavam duas favoritíssimas ao titulo, a portuguesa campeã mundial Neide Gomes e a russa Lebedeva, que possui uma das melhores marcas da história no salto em distância. As meninas do vôlei já vinham embaladas pela conquista do Grand Prix deste ano de forma convincente, e a conquista em solo chinês nada mais foi que a afirmação e o coroamento da melhor fase do voleibol feminino brasileiro. Foi empolgante acompanhar Sheila, Fabiana, Fabi, Paula Pequeno, Thaisa, Jaqueline, Fofão, Carol Albuquerque, Sassá, Valewsca, Valesquinha, e, sobretudo, Mari brilharem e demonstrarem toda a superioridade da seleção com relação os adversários.

Katleyn Quadros, no judô, e Fernanda Oliveira e Isabel Swan, na vela, nos reservaram gratas surpresas com os seus bronzes. Embora Natalia Falavigna tenha, também, feito história, ao ganhar a primeira medalha brasileira no Taekwondo, ela reunia condições para conquistar o ouro, o que foi verificado nas semifinais, quando foi eliminada por uma norueguesa, por decisão dos juízes. Não chega a ser uma decepção, mas ficou com a sensação de que poderia ter sido melhor. As meninas do revezamento 4×100 do atletismo surpreendentemente conseguiram ficar em quarto lugar, a três centésimos da medalha de bronze, portanto, palmas para elas, que enfrentam as mais diversas dificuldades.

Dois casos específicos podem causar certa polêmica. Não considero frustrantes as pratas de Robert Scheidt e Bruno Prada, na vela, e da seleção masculina de vôlei de quadra. Muitos davam como certa a medalha dourada nesses dois casos, mas eu tinha minhas dúvidas. Scheidt e Prada estão juntos há apenas dois anos, e iriam enfrentar equipes com anos de entrosamento. A prata foi um resultado surpreendente, para mim. Melhores do mundo por quase dois ciclos olímpicos, os pupilos de Bernardinho, nessas olimpíadas, deixaram esse posto. E esse quadro começou a ser desenhado na Liga Mundial deste ano, quando o Brasil, em casa, terminou a competição em quarto lugar. Em minha opinião, o grupo de Giba e cia, hoje, é o terceiro melhor do mundo, atrás de Estados Unidos e Rússia. Chegar à final olímpica foi um grande feito, claro que beneficiado por um cruzamento mais fácil nas fases eliminatórias. A prata não foi decepcionante, pois, contra os americanos, a superioridade deles ficou clara, apresentando os melhores jogadores em quase todas as funções. Reinício – É provável que Bernardinho saia do comando da seleção e alguns jogadores se aposentem. Cabe ao próximo técnico e aos jogadores que vestirão a premiadíssima camisa brasileira aperfeiçoarem um fundamento essencial para a obtenção de sucesso no vôlei moderno: o saque. Rússia e, principalmente, os EUA estão um degrau acima do Brasil nesse quesito, mas, temos perfeitas condições de alcançá-los e, quem sabe, superá-los.

Promessas: As duas seleções brasileiras de handebol não conseguiram passar à segunda fase das Olimpíadas, no entanto, apresentaram boas atuações contra adversários duríssimos, entre os quais estavam campeões mundiais e olímpicos, e, além de endureceram os jogos, conseguiram vencer algumas difíceis partidas. Caso não estivessem inseridas em grupos tão complicados, a participação brasileira teria sido mais marcante. O que fica é a promessa e a certeza de evolução do esporte mais praticado nas escolas brasileiras para os eventos vindouros. No judô, no Taekwondo, no boxe e na ginástica artística, embora tenham apresentado bons resultados, fica a esperança de melhores performances.

Decepções e frustrações

Não foram poucas as sensações de que poderíamos ter ido mais longe nos jogos de Pequim. Para facilitar a leitura e o entendimento, vamos enumerar as frustrações colecionadas em território asiático:

Diego Hypolito: Uma das maiores decepções de todos os jogos. Favorito absoluto no solo da ginástica artística, classificado com a melhor nota para a final olímpica, bicampeão mundial e, aparentemente, preparado psicologicamente. Tudo isso o credenciava ao ouro. Quase o conseguiu. Na grande final, Diego desempenhava uma prova perfeita, com movimentos de grandes dificuldades executados com precisão, entretanto, no último e mais simples exercício, veio a queda e o desmoronamento de um sonho. Resultado: sexta posição. E o que falar de Daiane e Jade…

Seleção brasileira de futebol feminino: Outra grande tristeza para o país. Marta e cia, mais uma vez, demonstraram que são as melhores do mundo, mas não conseguiram refletir essa superioridade em título. Pararam diante da retrancada e bem preparada fisicamente seleção americana na final. Como praticamente não abandonaram o ataque ao longo dos 90 minutos – perdendo milhares de chances de gols –, ao chegarem à prorrogação, as meninas estavam exauridas e as americanas tiraram proveito da situação, matando o jogo. Resultado decepcionante. E dessa vez as atletas não podem se queixar da falta de apoio, já que a CBF, nos últimos dois anos, ofereceu todo o suporte necessário para se preparar um time, com ótima infra-estrutura para treinamentos, hotéis para concentração e amistosos com grandes plantéis. Claro que o país ainda carece de clubes que invistam em times e em campeonatos locais mais competitivos. Porém, ao que parece, o fator determinante para a não conquista da medalha mais ansiada por todos foi o psicológico.

Tiago Camilo e João Derly: Eu não tinha dúvidas, já computava como certas as medalhas douradas dos dois judocas. Todos estavam motivados por serem atuais campeões mundiais em suas respectivas categorias e atravessavam excelentes momentos. Mas, não foi o verificado. Vergonhosamente Derly foi eliminado nas quartas de final por um medonho desconhecido português e nem sequer disputou o bronze. Camilo, eleito o melhor judoca do mundo em 2007, foi um pouco mais longe e conquistou o bronze, mas, longe de seu desempenho no último campeonato mundial, onde conquistou o título com sete ippons em sete lutas. Não esqueçamos, também, de Luciano Corrêa, que também é o atual campeão mundial de sua categoria, no entanto, não conseguiu subir em nenhum dos degraus do pódio.

Seleção brasileira de futebol masculino: Com um elenco digno de seleção principal, Dunga e seus comandados conquistaram apenas o bronze. Já que amarelaram diante da aguerrida Argentina, que possuía um time de nível técnico semelhante ao brasileiro. No decorrer do campeonato olímpico, o Brasil apresentou boas atuações, mas, justamente contra os nossos arqui-rivais, o time se mostrou absolutamente apático e covarde, optando por uma postura altamente defensiva, o que vai contra a toda a gloriosa história do futebol brasileiro. O resultado dessa equação todos já sabem.

Vôlei de praia: No feminino é até compreensível não subir ao posto mais alto do pódio, já que a modalidade conta com as imbatíveis Walsh e May. Ana Paula e Larrissa tentaram engrossar o jogo contras as norte-americanas, mas, pelos motivos que todos sabem – a contusão da Juliana e a chegada em última hora da Ana –, as meninas não foram capazes de parar a melhor dupla do mundo nas quartas de final. Nas semi, Renata e Talita, bem mais entrosadas que as compatriotas, respeitaram demasiadamente as americanas e foram sumariamente eliminadas. Posteriormente, perderam a disputa de bronze para uma dupla chinesa. No masculino, era onde eu computava, sem pestanejar os olhos, uma medalha de ouro. Os até então campeões olímpicos, Ricardo e Emanuel, foram surpreendidos nas semi, pela outra dupla brasileira formada por Marcio e Fabio Luiz. Na final, os meninos enfrentariam Rogers e Dollhouser, dupla da qual Marcio e Fabio possuem retrospecto bastante favorável. Infelizmente, em um tie-break vergonhoso, os americanos fizeram 15 a 4 nos brasileiros e sagraram-se vitoriosos. Para completar o pódio, Ricardo e Emanuel faturaram o bronze, mas, mesmo assim, bem aquém do que esperávamos da modalidade.

Mais decepções: Para encerrar o quadro de frustrações, temos aqui alguns clássicos exemplos: entre as melhores do mundo na maratona aquática, Ana Marcela e Poliana Okimoto amargaram as quinta e sétima posições, respectivamente; a exemplo de Atenas 2004, quando perdeu uma medalha praticamente ganha, Bimba, campeão mundial da classe RS:X em 2007, decepcionou e deixou de participar da regata da medalha por apenas um ponto; o Hipismo obteve sua pior participação desde as Olimpíadas de Barcelona, não conquistando nenhuma medalha, nem mesmo o até então campeão olímpico Rodrigo Pessoa conseguiu algum bom resultado; a atuação das brasileiras no basquete feminino foi digna de vaias, perdeu para adversários inexpressivos, como Coréia do Sul e Letônia, e nem sequer se classificou para a segunda fase dos jogos; se esperava muito de Jadel Gregório, entretanto, sua participação foi a mais discreta possível no salto triplo, conquistando apenas a sexta posição; por mais que tivesse Phelps como concorrente em todas as provas, a participação de Thiago Pereira foi decepcionante, tudo bem que muita gente se iludiu com a quantidade de ouros que Pereira conquistou no Pan 2007, e a imagem do nadador ficou maculada, mas a diferença de nível técnico entre uma competição e outra é dantesca, contudo, dava para beliscar ao menos um bronze.

Fabiana Murer: Falha da organização; lamentável; a atleta foi absolutamente prejudicada. Tinha chances de medalhas, mas, em vez de focar suas atenções somente na disputa, foi obrigada, abruptamente, a desviar sua atenção pelo motivo mais banal e torpe possível. Enfim, uma vergonha.

Os resultados de Pequim-2008 não refletem o que o Brasil poderia, de fato, apresentar nesses jogos e não representam nem de longe o potencial inexplorado que o país possui, que poderia alçá-lo ao posto de potência olímpica. Temos conhecimento de bons exemplos de investimentos que tiveram retorno, como a sensacional estrutura montada para o vôlei, que abrange todas as categorias e prestigia os clubes dos campeonatos locais.O judô conta com estrutura invejável, digna de países de primeiro mundo. Por trás das conquistas e resultados históricos da ginástica brasileira, estão investimentos sérios no suporte físico e técnico oferecido aos atletas. Porém, são ações isoladas. Para se aproximar do brilhantismo de delegações, como a americana, em eventos internacionais, é necessário investir nas escolas brasileiras. O sucesso no esporte passa pela valorização da educação física e a consciência de que atividades esportivas são excelentes instrumentos de inclusão social. Não podemos formar grandes atletas se não temos a base para que eles nasçam. Estatísticas comprovam que para se chegar a um atleta olímpico, são necessários investimentos em pelo menos 100 pessoas. Aliar educação ao esporte é o começo de um caminho que busca trilhar as conquistas esportivas mundiais. Não basta oferecer grandes praças esportivas e sediar eventos de renome internacional, para se alcançar excelência nesse campo é preciso projetos e planejamentos a longo prazo, que permeiem todos os ramos sociais de um cidadão, além de oferecer dignidade e alegria aos que participam do processo de formação de atletas para o mundo.

Londres 2012

Encerrado os maiores jogos olímpicos da era moderna, é hora de pensar nos próximos: Londres 2012. As olimpíadas voltam para o velho continente – a última vez foi em 2004, em Atenas. Agora, fica a dúvida se os britânicos conseguirão superar a maestria e o gigantismo dos jogos que acabam de se encerrar. Se a China manterá o posto de número um entre as potencias olímpicas. A certeza de que o Brasil terá melhores resultados na terra dos Beatles. E a esperança de que tenhamos mais uma chance de acompanhar os únicos instantes capazes reunir todas as religiões, classes, etnias e economias em um mesmo universo, compartilhando objetivos de superação e realização de vidas em comum. O maior espetáculo com prensagens da vida real já visto fecha as cortinas, mas outro já aguarda nas coxias do teatro dos esportes, para encantar o mundo mais uma vez.

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Retirado de: http://impressoesdom.wordpress.com/2008/08/25/balanco-final-das-olimpiadas-de-pequim-2008/

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