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Colega diz que menina estuprada em Joaçaba (SC) não tem boa fama…

a menina tinha fama pior do que uma prostituta aqui em joaçaba,chegou na festa bebada,escondida da mãe(eu garanto,por que que mãe que ia dichar ir nessa festa??) e todos estavam bebados e drogados”

Foi o que comentou a jovem Greicy Caroline, moradora de Joaçaba que publicou um comentário no Blog Causa & Efeito.

Greicy reconhece que seus colegas fizeram errado, mas diz que a garota também contribuiu bastante para o acontecido e que também devia ser responsabilizada criminalmente por uso de drogas e consumo de bebida alcoólica (por ser menor de idade).

eu sei que eles estão errados,mas defender aquela sem-vergonha..nunca!!”

Notícia do Diário Catarinense:

Inquérito sobre estupro em Santa Catarina deve ser concluído na próxima semana

Uma testemunha que mora em Curitiba deve viajar a Joaçaba para ser ouvida
O inquérito policial que investiga o estupro de uma garota de 15 anos em Joaçaba, no Meio-Oeste de Santa Catarina, deve ser concluído na próxima semana. Três jovens, um deles de 16 anos, estão detidos e são suspeitos de ter violentado a menina durante uma festa. Ele também teriam filmado o crime e divulgado as imagens na internet.

Nesta sexta-feira, quatro pessoas que participaram da festa foram ouvidas pela polícia. Uma das testemunhas teria socorrido a garota e a levado para casa, em uma cidade distante seis quilômetros de Joaçaba.

O inquérito incluirá as provas fotográficas do crime e o vídeo da violência sexual, gravado pelos envolvidos, além das conversas por MSN Messenger (programa de mensagens instantâneas) entre os suspeitos.

Até esta sexta-feira, a polícia havia tomado 10 depoimentos. Na próxima semana, outra testemunha que mora em Curitiba, deve voltar a Joaçaba para ser ouvida.

Rapaz que socorreu a jovem queria chamar a polícia

Depois do interrogatório policial, na presença de dois advogados, o jovem de 18 anos que teria socorrido a vítima contou à equipe do Diário Catarinense o que havia dito ao delegado Ademir Tadeu de Oliveira, responsável pelo caso.

Segundo o rapaz, ele teria chegado por volta das 3h na festa, quando a garota já havia sido violentada. Ao entrar na casa, no Centro de Joaçaba, o jovem viu a garota nua descer a escada e cair entre os degraus. Ele levantou a menina e a colocou no sofá. Cerca de 10 minutos depois, algumas pesoas que estavam na festa ajudaram-no a vestir a adolescente.

— Eu cheguei quando a festa já estava praticamente acabando. O primeiro contato que tive com ela foi quando a vi cair na escada. Nós não nos conhecíamos pessoalmente, éramos amigos só no Orkut — relatou o estudante.

O estudante teria sugerido chamar o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e avisar a polícia para que o caso fosse notificado, mas a garota teria negado o auxílio.

O rapaz levou-a de carro para a casa, em uma cidade próxima a Joaçaba. Ele contou que a garota teria pedido para que não a deixasse em frente à casa da família, porque havia dito à avó que dormiria na casa de uma amiga. O motorista, então, teria largado-a nas proximidades da casa da avó, com quem ela morava.

Vizinhança reclamou do barulho

A casa de classe média onde aconteceu a festa fica no Centro de Joaçaba. Os vizinhos mais próximos à residência contam que não conseguiram dormir naquela noite.

— Ficava me virando na cama, tentando pegar no sono, mas não tinha jeito. Era muito barulho, uma algazarra bem grande, como as tantas que os inquilinos dessa casa já fizeram. Por volta das 3h, levantei e vi uns 10 garotos no pátio, na calçada. Falavam e gritavam muito alto. Eu estava prestes a chamar a polícia — contou um dos vizinhos, que preferiu não se identificar.

Outro vizinho se surpreendeu quando ficou sabendo que um dos suspeitos era seu conhecido.

— Ele sempre teve um comportamento tranqüilo, gostava de andar de skate na praça nos finais de semana. Nunca pensei que fosse cometer uma atrocidade — afirmou o morador, que também não quis se identificar.

Notícia da Agência Folha:

Menina estuprada em festa em SC foi pressionada a não denunciar abuso, diz polícia

A menina de 15 anos vítima de estupro que teve imagens gravadas com um celular e distribuídas pela internet sofreu pressão de um dos suspeitos para não registrar ocorrência, segundo a polícia de Joaçaba (SC), a 419 km de Florianópolis. Três jovens, um de 16 e dois de 18 anos, foram detidos na quarta-feira (12) sob acusação de estuprar a menina em uma festa e divulgar imagens do crime.

‘Um dos rapazes presos telefonou e escreveu pelo MSN pedindo para que ela não denunciasse porque iriam se ferrar’, afirma o delegado Ademir Tadeu de Oliveira.

O estupro ocorreu no dia 25 de outubro, durante uma festa da qual participaram 13 amigos, incluindo pelo menos mais uma garota de 19 anos. A menina estava alcoolizada e inconsciente, segundo a polícia.

Os três detidos são estudantes de classe média. Na sexta, um rapaz que foi à festa disse, em depoimento, que deixou a menina em casa, de carro, depois de chegar ao local e vê-la sair do banheiro sem roupas. Ele afirmou que não levou a menina ao médico ou denunciou o caso porque ela não quis.

Vídeos distribuídos pela internet, fotos e conversas por MSN (programa de comunicação instantânea) encontrados nos computadores dos jovens são provas definitivas de envolvimento direto no crime sexual, segundo o delegado.

Ele considera o caso esclarecido e deve concluir o inquérito no início da próxima semana. Os três estudantes devem ser indiciados sob suspeita de estupro, divulgação de imagem íntima de adolescente e fornecimento de bebida alcoólica a menor de idade.

Outro lado

Os advogados dos três jovens suspeitos dizem que nenhum deles pressionou a menina para que não registrasse ocorrência.

Segundo o advogado de um dos jovens de 18 anos, Ricardo Nodari, seu cliente gravou parte do abuso sexual, mas não é responsável pelo estupro e pela distribuição das imagens.

Nodari diz que não vai pedir a liberdade do cliente imediatamente. ‘Eu quero garantir a integridade física dele. Se consigo o habeas corpus, não tenho como dar garantia [de segurança] para ele aqui fora. Ele está mais seguro lá dentro do que livre.’

O advogado dos outros dois jovens, Eber Bündchen, afirma que houve relação sexual entre um dos seus clientes e a menina, mas diz que o vídeo não foi posto na internet pelos suspeitos presos. ‘As imagens foram distribuídas por pessoas que tiveram acesso ao vídeo.’

Autor: GUSTAVO HENNEMANN DA AGÊNCIA FOLHA

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Fonte: Blog Causa e Efeito

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